# paisagemfabricada

Arquivo
tell-me

Clausewitz, no início de sua história sobre a campanha de 1815, dá este resumo do seu método: “Em toda a crítica estratégica, o essencial é colocar-se exatamente na posição dos que têm um papel ativo nos acontecimentos; é verdade que, frequentemente, isso é muito difícil”. A dificuldade consiste em saber quais eram “todas as circunstâncias em que se encontravam os atores” num momento determinado, a fim de estar, assim, em condições de julgar escrupulosamente a série de suas escolhas na condução de sua guerra: como fizeram o que fizeram e o que, eventualmente, poderiam ter feito diferente. É necessário saber o que eles pretendiam antes de tudo e, é claro, o que eles presumiam, sem esquecer o que eles ignoravam. E o que eles ignoravam não era somente o resultado, ainda por vir, de suas próprias operações se chocando com as operações que lhes seriam opostas, mas também muito daquilo que já se fazia efetivamente pesar contra eles, nas disposições ou nas forças do campo adversário, e que, no entanto, lhes permanecia desconhecido. E no fundo eles não souberam o valor exato que convinha atribuir às suas próprias forças até que elas se deixassem conhecer, justamente no momento de sua utilização, cujo resultado, ademais, algumas vezes modifica esse valor tanto quanto o põe à prova.

(Guy Debord, “Panegírico”. pp. 10-11)

Leia mais

Quando você atua em uma metrópole superedificada, tem que abrir seu caminho a golpes de cutelo.

(Robert Moses, especulad…, cof, ér, planejador urbano público)

Leia mais

Somebody has to do something before we can do anything.

(Davr Hickey)

Leia mais

The problem with the world is that the intelligent people are full of doubts while the stupid ones are full of confidence.

(Charles Bukowski)

Leia mais

Be warned in time, James, and remain, as I do,
incomprehensible: to be great is to be misunderstood.

(Oscar Wilde in a letter to James McNeill Whistler)

Leia mais

“When you’re an artist you’re kind of alone in the wilderness. It’s stressful and strange.”

(Cory Arcangel, em entrevista aqui)

 

Leia mais

Because when we find ourselves believing that killing a man makes us more of a man, but loving a man makes us less of a man, it’s probably time to reexamine our criteria for manhood.

(Jay Smooth, founder of New York City’s longest-running hip hop radio program, WBAI’s Underground Railroad and video blogger – in Anarcho-Feminist)

Leia mais

Não estamos procurando, pelo menos eu não estou, tornar-nos nativos (em qualquer caso, eis uma palavra comprometida) ou copiá-los. Somente os românticos ou os espiões podem achar isso bom.

(Clifford Geertz, in “A interpretação das culturas”)

Leia mais

É uma dessas criaturas sem cérebro, lindas, que sempre deveriam estar por perto no inverno, quando não temos flores para olhar, ou no verão, quando sempre queremos algo para nos refrescar a inteligência.

(Oscar Wilde, in “O Retrato de Dorian Gray”)

Leia mais

Is it important to veer away from the masters to develop one’s own style?
I once found a little excerpt from Balzac. He speaks about a young writer who stole some of his prose. The thing that almost made me weep, he said, “I was so happy when this young person took from me.” Because that’s what we want. We want you to take from us. We want you, at first, to steal from us, because you can’t steal. You will take what we give you and you will put it in your own voice and that’s how you will find your voice.

(Francis Ford Coppola nesta entrevista)

Leia mais