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O feminismo em ondas


A luta e a discussão sobre a diferença entre gêneros podem soar como antiquadas para certos grupos da sociedade. Se a mulher já queimou o sutiã e mostrou a que veio, para que ainda falam e falam sobre a conquista do papel da mulher? (acredite, eu escutei esse questionamento de uma mulher)

A situação entre gêneros pode ser muito mais complexa do que a realidade de algumas regiões pode mostrar. Na África do Sul, por exemplo, o estupro contra mulheres é algo tão presente que até uma camisinha com farpas foi criada para conter os agressores. E, pasmem, em uma cidade em que a invenção foi apenas apresentada, a taxa de estupro caiu para zero durante três meses!

Conclui-se, então, que ainda há muito trabalho para diminuir as diferenças entre os gêneros. É para isso que existe a iniciativa Take back the tech. O quê? Retomar a tecnologia? Isso! A ideia é usar a rede (por meio de feeds, tags e trackbacks) para promover ativismo pelo mundo durante os 16 Dias de Ativismo Contra a Violência entre Gêneros, que vão de 25 de novembro a 10 de dezembro.

A campanha surgiu em 2005, quando o Programa de Apoio a Redes de Mulheres, da Associação para a Comunicação Progressiva, pesquisou a relação entre as Tecnologias de Informação e Comunicação e a violência contra a mulher e percebeu que não havia muita atenção sobre o tema.

O objetivo da iniciativa é criar espaços digitais que protejam o direito de qualquer um, seja homem ou mulher, de participar livremente e expressar sua opinião sem repreendimentos ou ameaças. Outra meta é promulgar os direitos da mulher em dividir conhecimentos e informações sobre e com as TICs.

Como? Para se ter um exemplo real, veja a célula brasileira da campanha: Retome a tecnologia. Na semana passada, por meio de um chat, houve a discussão sobre como as tecnologias tratam o estupro. A cada dia, dentro dos 16 de ativismo, são publicadas ações, discussões, temáticas, enfim, qualquer atividade que discusta ou que promova o tema.

Então, fique à vontade para usar os espaços em branco abaixo para dar sua opinião:

Como as tecnologias podem melhorar na luta contra a violência à mulher?

Imagem retirada do flickr de Morning theft

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